Pseudo-Narciso
Eu sou
Sou eu
Melhor estou
Melhor que o seu
Quem é você?
Não sei, de mim já ouviu?
Só me importa te ouvir
se for pra falar que me viu
Me viu num caderno
numa letra
Tipo, esfriei o inferno
O azul da minha caneta
Frio como quem é quente
Eloquente incoerente
Nascido narciso dependente
de mim, eu mesmo e eu também
Enfim, quem é você?
Você é quem?
Tipo irônico
Seria bom
Eu tenho tom
mas não é icônico
Não sou marcante
importante
Mente distante
Nem sou mais pensante
O que importa sou eu
Te irrita?
Você escreveu?
Imita!
Eu sou meu próprio homem de aço
e escrevo kripitonita
Enquanto eu jogando
você só apita
a minha linha maldita
vendetta do demônio;
Vilão tipo vedita,
você diz que é jovem e não recita
"Não tem idade nem medita"
Então escuta e capita
toneladas de tristeza
você nem viu a pepita
tipo suícidio, sabedoría
pintei meu piso e sem tinta
Vermelho sangue, igual na fita
Não gravei mentira,
medo que se repita
Eu tenho uma faca e tenho alvo
Tenho ego que te mantêm salvo
Você não é meu amigo
Eu só me importo comigo
então deixa que eu não erro
Tirando sangue sem berro
Atravessou meu peito, ferro
Tirei essa porra
Morri e deixa que eu enterro
Sou eu
Melhor estou
Melhor que o seu
Quem é você?
Não sei, de mim já ouviu?
Só me importa te ouvir
se for pra falar que me viu
Me viu num caderno
numa letra
Tipo, esfriei o inferno
O azul da minha caneta
Frio como quem é quente
Eloquente incoerente
Nascido narciso dependente
de mim, eu mesmo e eu também
Enfim, quem é você?
Você é quem?
Tipo irônico
Seria bom
Eu tenho tom
mas não é icônico
Não sou marcante
importante
Mente distante
Nem sou mais pensante
O que importa sou eu
Te irrita?
Você escreveu?
Imita!
Eu sou meu próprio homem de aço
e escrevo kripitonita
Enquanto eu jogando
você só apita
a minha linha maldita
vendetta do demônio;
Vilão tipo vedita,
você diz que é jovem e não recita
"Não tem idade nem medita"
Então escuta e capita
toneladas de tristeza
você nem viu a pepita
tipo suícidio, sabedoría
pintei meu piso e sem tinta
Vermelho sangue, igual na fita
Não gravei mentira,
medo que se repita
Eu tenho uma faca e tenho alvo
Tenho ego que te mantêm salvo
Você não é meu amigo
Eu só me importo comigo
então deixa que eu não erro
Tirando sangue sem berro
Atravessou meu peito, ferro
Tirei essa porra
Morri e deixa que eu enterro
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski