leite fermentado
Meu dia começava cinza, o sol nem tinha aparecido direito, tomava um café com leite e acompanhado dum pão com manteiga, e já me arrumava pra escola.
Tinha vezes que passava em frente duma lanchonete, sempre olhava aquele balcão refrigerado, e lá estava ele: o leite fermentado.
Certa vez pedi pra minha mãe comprar...não dava...passava vontade…
Não questionava.
Mesmo pequena achava que a vida era assim: por vezes querer mas sempre carecer!
Tinha vezes que passava em frente duma lanchonete, sempre olhava aquele balcão refrigerado, e lá estava ele: o leite fermentado.
Certa vez pedi pra minha mãe comprar...não dava...passava vontade…
Não questionava.
Mesmo pequena achava que a vida era assim: por vezes querer mas sempre carecer!
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Coruja Doce ê..
Julian Lael
Porque inteligência é tão braba, Não há como fugir dela pinguim; E age na surdina, logo acaba, Com o intelecto do mai…
Julian Lael
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*