Rios e pântanos
Corre a límpida água de criança.
Esperança em porvir, contudo morre.
Percorre no caminho, riso e trança.
Herança transformando-se num porre.
Alforre elos; incide essa tal lança.
Fiança quase nada, mas transcorre.
Discorre: tudo bem! É essa dança!
Aliança com zelo tem um borre.
Forre seu trilho, faça uma mudança.
Confiança; respeito nele jorre.
Socorre! Há crueldade pela entrança.
Cobrança: _O riso da criança escorre!
Ocorre nesse pântano a lambança.
Cansa esse abuso; só pode-o e torre.
ღRaquel Ordonesღ #ordonismo
Uberlândia MG
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Palavras I - 02/05/2004
Palavras... palavras tolas Fáceis de manipular, Tanto formam frases lindas Como as que fazem chorar. Falam de amor e saudade De carinho …
Armando A. C. Garcia
Às loas... - 25/08/2012
Já não é mais como era Este mundo encantador, Parece estarmos em guerra Num tremendo desamor. Fingem todas as pessoas Não se verem quand…
Armando A. C. Garcia
As lágrimas de um povo - 28-03-2021
As lágrimas de um povo
Preces ouvidas nos céus,
São orações, não estorvo
No seu pedido a Deus.
…
Armando A. C. Garcia
As horas ! - 19-12-2025
As horas, tanto apontam
As horas de alegria,
Como também, nos dão conta
Das horas de nostalgia.
…
Armando A. C. Garcia