Mundo profundo
Mundo profundo
Quem entenderá do mundo o tudo A terra coberta de brilho e escuridão Abaixo o inconformismo ou aflição ou um poeta que fala de outro mundo.
Quem intentará saber o infinito Alto o grito que a terra não escuta Abaixo a podridão que ainda reluta No frio do amargor do Ser Bendito.
O alto do Calvário o Divino morto Que de tão certo se fez como torto Em busca de mostrar justo conciso.
Escancarou a porta no céu de ninguém Sacrificou-se e nos ofertou um mundo além quase ninguém acreditou no seu juizo.
Há dois mil passados reais e precisos Subiu em glória e nos promete o paraiso.
Alma Gort |
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