Pandemônio (esboço)
Meu adeus
Aos poemas que rasquei
E aos que não vomitei
Que reste uma estrofe
São fragmentos que não se pode apagar.
Meu adeus
A quem me protegeu de mim mesmo
Que reste lembranças
Que fique o que a morte não consegue matar.
Aos poemas que rasquei
E aos que não vomitei
Que reste uma estrofe
São fragmentos que não se pode apagar.
Meu adeus
A quem me protegeu de mim mesmo
Que reste lembranças
Que fique o que a morte não consegue matar.
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