Sobre as asas frias da morte
Com graciosidade esperançosa e doce temperança,
Levanto hastes aos ventos da pampa, rugindo gladios as temerosas rosas, a fulgida perseverança das campas.
Como aurora imaculada e majestosa;
Como flores castas e vívidas,
Sôfregas a derramar a vida sobre a terra dolorosa.
Com grande espada poderosa cerro as garras da morte;
Mas ao rugir bravo leão, entrego aos céus meu coração a sangrar dum corte:
Malditos corvos espreitam-me a sorte, bebendo os vasos da sangrenta ferida, avermelhando em mim os véus da vida sobre as asas frias da morte.
Levanto hastes aos ventos da pampa, rugindo gladios as temerosas rosas, a fulgida perseverança das campas.
Como aurora imaculada e majestosa;
Como flores castas e vívidas,
Sôfregas a derramar a vida sobre a terra dolorosa.
Com grande espada poderosa cerro as garras da morte;
Mas ao rugir bravo leão, entrego aos céus meu coração a sangrar dum corte:
Malditos corvos espreitam-me a sorte, bebendo os vasos da sangrenta ferida, avermelhando em mim os véus da vida sobre as asas frias da morte.
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