Deixem que seja eu
Que seja eu,
a sentir a dor da amargura.
Deixem que seja eu,
a secar as lágrimas do meu pranto.
Deixem-me chorar por favor as mágoas
e desilusões, do meu desamor,
Deixem que que seja eu,
a pisar esta terra cálida,
e que regue com as minhas próprias lágrimas,
este misto, de querer e não querer...
Luzern, 13-02-20219, Tsunamidelagrimas63...
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