Numa decadência sem fim.
não paro de cair.
tudo é escuro por aqui,
não consigo ver nem ouvir.
o silêncio me assusta.
as noites são longas e escuras,
durante o dia o sol já não brilha,
cai abundantemente uma chuva que perdura,
são trovoadas, são relâmpagos,
o céu está a cair sobre minha cabeça,
sobre o meu mundo e nada há que o impeça,
não há mais amor nem carinho,
neste mundo cheio de pressa,
não há compreensão nunca vi nada assim,
este abismo é um abismo sem fim...
Luzerna, 10-04-2014 Tsunamidesaudade63, Joao Neves.
não paro de cair.
tudo é escuro por aqui,
não consigo ver nem ouvir.
o silêncio me assusta.
as noites são longas e escuras,
durante o dia o sol já não brilha,
cai abundantemente uma chuva que perdura,
são trovoadas, são relâmpagos,
o céu está a cair sobre minha cabeça,
sobre o meu mundo e nada há que o impeça,
não há mais amor nem carinho,
neste mundo cheio de pressa,
não há compreensão nunca vi nada assim,
este abismo é um abismo sem fim...
Luzerna, 10-04-2014 Tsunamidesaudade63, Joao Neves.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Rotinas
gostar de rotinas faz-me gostar muito mais dos dias que não sabem a ontem
Isabel Pires
Mimos
às vezes o amor
aproveita-se das ausências
veste-se de filamentos de nós
e invade os dias que nascem iguais
para os tornar e…
Isabel Pires
Carmesim
há um encanto especial nos dias curtos do verão tardio.
o sol, em promessa de brevidade, beija-nos a pele com vontade de ficar.
…
Isabel Pires
A meias
raia a manhã na consciência tempo entardecido insistência rastros do homem em sua ausência a que foge de si a que lhe intenta construir-s…
AurelioAquino