274 - O OLEIRO
Lava-se a lua no límpido lago:
Lembro relatos do Livro que leio.
Livre de lástima, luto e receio,
Logo o valor dos relógios é vago.
Longe do lodo nas lápides trago
Lenço de linho de lágrimas cheio.
Largo-me a longos soluços e creio:
Levam-me alívio do lânguido afago.
Lá ao relento o silêncio calou-me,
Lança-me além do relâmpago e vou-me
Leve nas lutas e alegre na lida.
Louvam o Oleiro tão lúcido e sábio
Luzes celestes falando sem lábio,
Língua e palavras ao longo da vida.
(Autor: EDEN SANTOS OLIVEIRA. Escrito em 31/07/2020)
Lembro relatos do Livro que leio.
Livre de lástima, luto e receio,
Logo o valor dos relógios é vago.
Longe do lodo nas lápides trago
Lenço de linho de lágrimas cheio.
Largo-me a longos soluços e creio:
Levam-me alívio do lânguido afago.
Lá ao relento o silêncio calou-me,
Lança-me além do relâmpago e vou-me
Leve nas lutas e alegre na lida.
Louvam o Oleiro tão lúcido e sábio
Luzes celestes falando sem lábio,
Língua e palavras ao longo da vida.
(Autor: EDEN SANTOS OLIVEIRA. Escrito em 31/07/2020)
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski