Meu amor! Meu amor!
Ah! Minha querida,
Vai a janela ao sentir minha falta
e proclamando ao vento a tua fala, bela, responderá minha alma em serenata:
Meu amor! Meu amor!
Não me procureis entre os cravos
e entre os lírios, porque a mim não vereis, não façais do amor, escravo, nem martírio.
Vai a janela ao sentir minha falta
e proclamando ao vento a tua fala, bela, responderá minha alma em serenata:
Meu amor! Meu amor!
Não me procureis entre os cravos
e entre os lírios, porque a mim não vereis, não façais do amor, escravo, nem martírio.
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