ALIMENTO DA ALMA
Basta-me apenas sonhar
Embora ter que chorar
Tantos sonhos em vão...
Não importa o que passou
Isso o tempo levou...
São coisas do coração!
Eu também sou filho teu
Universo! Me esqueceu?
Estou aqui, vou lembrar:
Desde o dia em que nasci
Sinto que me perdi...
Não consigo me encontrar!
Esbarrei em tantos planos
Tropecei em quantos danos
Em demasia eu chorei
Implorei o teu olhar
Gritei pra te acordar...
Mesmo assim, não te achei!
O’ Pai dessa imensidade
Em termos de afinidade
Quisera apenas te imitar
Nem que fosse só de longe
Pudera eu ser um monge
E assim te acompanhar!
Perdoa-me a insensatez
Talvez não chegue minha vez
De conhecer-te: Meu Pai!
Sou um pecador miserável
Desses, um inconsolável,
Uma vez mais, perdoai!
Dá-me tão somente a certeza
Conforto, paz e grandeza,
Sensibilidade e utopia,
Não deixes nunca morrer
Enquanto eu tiver que viver
Meu alimento: A Poesia!
Embora ter que chorar
Tantos sonhos em vão...
Não importa o que passou
Isso o tempo levou...
São coisas do coração!
Eu também sou filho teu
Universo! Me esqueceu?
Estou aqui, vou lembrar:
Desde o dia em que nasci
Sinto que me perdi...
Não consigo me encontrar!
Esbarrei em tantos planos
Tropecei em quantos danos
Em demasia eu chorei
Implorei o teu olhar
Gritei pra te acordar...
Mesmo assim, não te achei!
O’ Pai dessa imensidade
Em termos de afinidade
Quisera apenas te imitar
Nem que fosse só de longe
Pudera eu ser um monge
E assim te acompanhar!
Perdoa-me a insensatez
Talvez não chegue minha vez
De conhecer-te: Meu Pai!
Sou um pecador miserável
Desses, um inconsolável,
Uma vez mais, perdoai!
Dá-me tão somente a certeza
Conforto, paz e grandeza,
Sensibilidade e utopia,
Não deixes nunca morrer
Enquanto eu tiver que viver
Meu alimento: A Poesia!
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Texto sobre o amor.
Minha noite é uma caminhada para o dia... que vem em silêncio se aproximando em cantos de chiados por passarinhos - meus olhos estão quei…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Coruja Doce ê..
Julian Lael
Porque inteligência é tão braba, Não há como fugir dela pinguim; E age na surdina, logo acaba, Com o intelecto do mai…
Julian Lael
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski