Mãos
Faz parte do nosso corpo,
Pertence a você e a mim.
Com ela fazemos de tudo,
É de uma inportância sem fim.
A primeira vez usadas,
Foi com carinho e amor.
Foi com elas que do barro,
Nos formou o criador.
Trabalham plantam e colhem,
Elas quando estão unidas.
Podem repartir o pão,
Como também tirar vidas.
Fazem grandes construções,
Também pode demolir.
Com um aperto elas fazem,
Alguém chorar ou sorrir.
Guiam o cego no escuro,
Tiram alguém do perigo.
E com apenas um gesto,
Jogam muitos no abismo.
Com elas acariciamos,
Demonstramos nosso amor.
Mas se a ousarmos pro mal,
Fazemos alguem sentir dor.
Fazem remedios que curam,
Tiram tesouros da terra.
Mas elas também fazem armas,
Que matam muitos na guerra.
Para quem está perdido,
Elas mostram o destino.
Mas se apontarem errado,
Acabam alguém destruindo.
Estão sempre ajudando,
Enquanto o corpo tem vida.
E mesmo a morte chegando,
Sobre o peito vão unidas.
Só teve alguém nesta terra,
Que só para o bem as usou.
Mas os homens com as suas,
As dele na cruz cravou.
Pertence a você e a mim.
Com ela fazemos de tudo,
É de uma inportância sem fim.
A primeira vez usadas,
Foi com carinho e amor.
Foi com elas que do barro,
Nos formou o criador.
Trabalham plantam e colhem,
Elas quando estão unidas.
Podem repartir o pão,
Como também tirar vidas.
Fazem grandes construções,
Também pode demolir.
Com um aperto elas fazem,
Alguém chorar ou sorrir.
Guiam o cego no escuro,
Tiram alguém do perigo.
E com apenas um gesto,
Jogam muitos no abismo.
Com elas acariciamos,
Demonstramos nosso amor.
Mas se a ousarmos pro mal,
Fazemos alguem sentir dor.
Fazem remedios que curam,
Tiram tesouros da terra.
Mas elas também fazem armas,
Que matam muitos na guerra.
Para quem está perdido,
Elas mostram o destino.
Mas se apontarem errado,
Acabam alguém destruindo.
Estão sempre ajudando,
Enquanto o corpo tem vida.
E mesmo a morte chegando,
Sobre o peito vão unidas.
Só teve alguém nesta terra,
Que só para o bem as usou.
Mas os homens com as suas,
As dele na cruz cravou.
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