Senhoras e senhores
Senhoras e Senhores…
Evaporarei - morto! - nas horrendas tragédias da paixão…
As desgraças do destino chovem datas em meu coração.
Minh’arte! Meus terrores…
A bela de meus sonhares canta a minha saudade,
E eu danço entre os prantos da inspirante mocidade,
Senhoras e Senhores...
Eu vivi - elétrico e trepidante - nos abraços nus dela,
Eu vivi - sonhante! - amando uma exuberante donzela…
Eu vivi - Oh amores...
Quais as minhas felicidades, os meus sorrisos?!…
Só resta ao triste - solidão!… Adeus, aos suspiros,
Senhoras e senhores!
Meus olhos s’estreitam p’ra as luzes lá do futuro,
O tempo deu as minhas déc’das para o impuro.
Nem s’quer as rosas…
Nem as rosas seduzem os olhos d’enxergar, de viver!
Nem os céus!… me inspiram p’ra assistir e escrever,
Senhoras e senhores.
Eu sorri imenso e cintilante a vida n’estes tempos…
Amei e vivi os sentimentos divinos sem lamentos…
Só paixao, só amores...
E que rodem p’ra o futuro!… e eu para sempre a amarei,
Lembrando d’uma linda mulher que intenso namorei…
Senhoras e senhores…
Digam tudo a ela… nao sei se terei vida!… não sei.
Os tempos fúnebres dirão até lá se eu ainda suspirarei.
Digam… sem medo, sem flores...
Que vivo o cadáver da tristeza, na lúgubre passarela…
Que me arde a saudade!… mas digam que eu amo ela,
Senhoras e senhores…
Evaporarei - morto! - nas horrendas tragédias da paixão…
As desgraças do destino chovem datas em meu coração.
Minh’arte! Meus terrores…
A bela de meus sonhares canta a minha saudade,
E eu danço entre os prantos da inspirante mocidade,
Senhoras e Senhores...
Eu vivi - elétrico e trepidante - nos abraços nus dela,
Eu vivi - sonhante! - amando uma exuberante donzela…
Eu vivi - Oh amores...
Quais as minhas felicidades, os meus sorrisos?!…
Só resta ao triste - solidão!… Adeus, aos suspiros,
Senhoras e senhores!
Meus olhos s’estreitam p’ra as luzes lá do futuro,
O tempo deu as minhas déc’das para o impuro.
Nem s’quer as rosas…
Nem as rosas seduzem os olhos d’enxergar, de viver!
Nem os céus!… me inspiram p’ra assistir e escrever,
Senhoras e senhores.
Eu sorri imenso e cintilante a vida n’estes tempos…
Amei e vivi os sentimentos divinos sem lamentos…
Só paixao, só amores...
E que rodem p’ra o futuro!… e eu para sempre a amarei,
Lembrando d’uma linda mulher que intenso namorei…
Senhoras e senhores…
Digam tudo a ela… nao sei se terei vida!… não sei.
Os tempos fúnebres dirão até lá se eu ainda suspirarei.
Digam… sem medo, sem flores...
Que vivo o cadáver da tristeza, na lúgubre passarela…
Que me arde a saudade!… mas digam que eu amo ela,
Senhoras e senhores…
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