ó solidão maldita
Quantas e quantas vezes,
vivi dias quentes de fogosa paixão,
dias frios de tristeza, dias felizes de alegria,
dias de medo, dias de choro,
dias de solidão, dias de desespero,
dias de rir, e de felicidade.
De todos eles sempre trago um,
sempre trago os dias de medo...
Medo de me apaixonar,
medo de amar, medo de sorrir,
tenho medo de ajudar,
tenho medo de chorar...
Aliás será que realmente vivi estes dias?
Será que com medo se pode viver?
Sei que nesta ausência infinita,
tao profunda, ela chora, ela grita,
seja de noite ou de dia.
ó solidão maldita ...
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