DESTINO FATAL
Oh destino que trago da fonte pura
Estrela do fogo que arde da minha revolta
Estende as tuas mãos que dou-te a minha alma
Livre, seca, pura, orgulho ferido
Não entendo os silêncios, que tu fazes comigo
Vazios, sentidos, magoados, adivinhas sempre
Aquilo que eu não digo apesar disso continuo
A querer ficar contigo, a transparência do orvalho
A frescura do silêncio, das noites estreladas
Da brisa do vento a bater nas oliveiras
Ouço os meus segredos no gemer
Das águas que correm entre os choupos.
Estrela do fogo que arde da minha revolta
Estende as tuas mãos que dou-te a minha alma
Livre, seca, pura, orgulho ferido
Não entendo os silêncios, que tu fazes comigo
Vazios, sentidos, magoados, adivinhas sempre
Aquilo que eu não digo apesar disso continuo
A querer ficar contigo, a transparência do orvalho
A frescura do silêncio, das noites estreladas
Da brisa do vento a bater nas oliveiras
Ouço os meus segredos no gemer
Das águas que correm entre os choupos.
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