Legado
Quando o luto cobre a noite
e os olhos veem o véu que veste
o céu. Despreza o cadáver
De nada valeu a vida vã,
exauriu o bem viver.
Quando o tudo, nobre açoite,
o julga em tribunal celeste
o réu. Dispensa correr.
Memória se vende ao amanhã,
e resta após morrer.
Quando o choro, pobre morte!,
mergulha em água morna o teste
de reconciliar o que fora,
tal dualidade de virtudes
em combate a falhas atitudes.
Quando o nada forma a ponte,
entre o que era e o que jaz,
dá a paz
que passaste, do futuro, o fardo
à eterna tutelaria do legado.
e os olhos veem o véu que veste
o céu. Despreza o cadáver
De nada valeu a vida vã,
exauriu o bem viver.
Quando o tudo, nobre açoite,
o julga em tribunal celeste
o réu. Dispensa correr.
Memória se vende ao amanhã,
e resta após morrer.
Quando o choro, pobre morte!,
mergulha em água morna o teste
de reconciliar o que fora,
tal dualidade de virtudes
em combate a falhas atitudes.
Quando o nada forma a ponte,
entre o que era e o que jaz,
dá a paz
que passaste, do futuro, o fardo
à eterna tutelaria do legado.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Palavras escritas.
Tudo que escrevo se torna em vão - não há resposta das palavras escritas : com muito amor e muita alegria - satisfação. Tudo que penso …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Maculável Mulher.
Por onde tu andares , lá estarei junto ... pois sempre que precisares de minha presença - com minhas mãos estendidas te recuperarei. Se…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Haicais sentido
Haicais sentido
Jorge E. Leal
Finjo no verão,
Não ver outras estações,
E curto as nuances. …
Julian Lael
Conluios
conluios maquetas inventários nada a limpo em momento algum ó, ninguém soube dizer como o velho barco ficara na praia por décadas, e de …
Darlan de Matos Cunha