Quando o luto cobre a noite
e os olhos veem o véu que veste
o céu. Despreza o cadáver
De nada valeu a vida vã,
exauriu o bem viver.
Quando o tudo, nobre açoite,
o julga em tribunal celeste
o réu. Dispensa correr.
Memória se vende ao amanhã,
e resta após morrer.
Quando o choro, pobre morte!,
mergulha em água morna o teste
de reconciliar o que fora,
tal dualidade de virtudes
em combate a falhas atitudes.
Quando o nada forma a ponte,
entre o que era e o que jaz,
dá a paz
que passaste, do futuro, o fardo
à eterna tutelaria do legado.
e os olhos veem o véu que veste
o céu. Despreza o cadáver
De nada valeu a vida vã,
exauriu o bem viver.
Quando o tudo, nobre açoite,
o julga em tribunal celeste
o réu. Dispensa correr.
Memória se vende ao amanhã,
e resta após morrer.
Quando o choro, pobre morte!,
mergulha em água morna o teste
de reconciliar o que fora,
tal dualidade de virtudes
em combate a falhas atitudes.
Quando o nada forma a ponte,
entre o que era e o que jaz,
dá a paz
que passaste, do futuro, o fardo
à eterna tutelaria do legado.
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