Direitos
Direito de ver-te, não o tenho;
Direito da fala, calaram-me pelas pragas;
Direito da privacidade, tiraram-me e lançaram aos porcos;
Direito de escutar-te, não permitiram, e, tornaram-me um andarilho surdo;
Direitos estes negados, decretados por aqueles detentores da ditadura que me oprime.
A ti, biltre, celerado: – Amor dou-lhe!
Grasno as minhas palavras, mas, conto-lhe que o amo.
A mim, ser negado: – Hei-me a conjurar toda essa cólera aos pútridos que governam.
"Direito" por Niaxe Augusto.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Pedaços de ilusões ! - 09/09/2026
Pedaços de ilusões ! - 09/09/2026
Sinto pedaços de ilusões
Adejando em minha mente,
São vel…
Armando A. C. Garcia
zumbilésbia
ela foge e a cidade está tomada o camarada surge em sua mente qual mestre dos magos orientando-lhe na fuga que a situação é de luta todos…
Kátia Surreal
If I didn't had your love
If I didn't had your love My Father I would not be able to live Without your love Please Father give me Some love Because I know that You…
Aldo gabbay kraas
as músicas que escolho
posto poucas não há segredos só pretextos uma falsa trilha sonora regendo o percurso do dia hoje então me descubro quase um segundo quem…
Kátia Surreal