Das andanças ainda oníricas do tempo
na garupa do sonho
sitiado pela vida
o homem adormece
todas as feridas
nada do que lhe é bastante
o é em tal medida
que não se farte dos infinitos
que alinhava em sua lida
sonhar é só ordenar
os futuros que se tem em vista
sitiado pela vida
o homem adormece
todas as feridas
nada do que lhe é bastante
o é em tal medida
que não se farte dos infinitos
que alinhava em sua lida
sonhar é só ordenar
os futuros que se tem em vista
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