Das ranhuras de tudo
A vida
é uma morte invertida
tudo que em uma sobra
na outra é mantida
é que não há condição
de tê-las divididas
tudo que em uma medra
na outra é desmedida
a síntese de todas
é a própria vida
uma morte paulatina
quase consentida.
é uma morte invertida
tudo que em uma sobra
na outra é mantida
é que não há condição
de tê-las divididas
tudo que em uma medra
na outra é desmedida
a síntese de todas
é a própria vida
uma morte paulatina
quase consentida.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Anseios que mal perduram - 15-02-2026
Nos lamentos desta vida
Ausentes recordações,
Se alguma coisa é perdida,
Outra, suprirá as emoções.
…
Armando A. C. Garcia
Anjo Protetor - 30-06-2022
Na alegria ou na tristeza
Sempre estive a teu lado,
Não te cause estranheza,
Nem aches demasiado.
…
Armando A. C. Garcia
Amigo - (soneto) - 31/01/2022
Não deixes sucumbir as amizades
Elas sempre trazem novas energias,
O amigo é a consonância da alma,
…
Armando A. C. Garcia
Amigo !... - 17-01-2021
Amigo, sinto ter que te dizer
Mas pela amizade, vou-te contar,
O que eu não tencionava relatar
- Que vi …
Armando A. C. Garcia