Da palavra e sua compleição em sentido estrito
A palavra
nada
todos os mares
de que fala
transeunte
não se admite
como passagem de tudo
que se disse
é que esconde
no seu jeito de bólide
as imanências todas
que recolhe
a palavra
quase sempre
é um disfarce relativo
e displicente
nunca lhe cabe tudo
do verbo que se sente.
nada
todos os mares
de que fala
transeunte
não se admite
como passagem de tudo
que se disse
é que esconde
no seu jeito de bólide
as imanências todas
que recolhe
a palavra
quase sempre
é um disfarce relativo
e displicente
nunca lhe cabe tudo
do verbo que se sente.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Aᴏ ᴄʜᴀʀᴄᴏ, ɴãᴏ ᴠᴏʟᴛᴀʀáꜱ, - 20-11-2025
Nᴜᴍ ʟᴀɢᴏ ᴅᴇ ᴛᴏʀᴍᴇɴᴛᴀ ꜱ
Qᴜᴇ ᴘᴀʀᴇᴄɪᴀ ꜱ ᴇᴍ ꜰ ɪᴍ ,
Tɪɴʜᴀ áɢᴜᴀ ꜱ ᴠɪᴏʟ…
Armando A. C. Garcia
Ao cair da tarde - 15-05-2021
Ao cair da tarde
As sombras se projetam
Nas trevas do noite,
O silêncio é o sinal
Na alma a sombra da…
Armando A. C. Garcia
Ao Anjo da Guarda – (soneto) - 21/09/2021
Vida é luz que só a morte apaga
Procura a paz, na razão Divina,
O amor de Deus, sem veres te afaga
Nos traços …
Armando A. C. Garcia
Anseios que mal perduram - 15-02-2026
Nos lamentos desta vida
Ausentes recordações,
Se alguma coisa é perdida,
Outra, suprirá as emoções.
…
Armando A. C. Garcia