Traio o meu gesto
quando me permito
ser menor que os metros
dos meus sentidos
e sobro no tempo
em que não divirjo
das facilidades das rosas
das dificuldades do umbigo
traio a mim
quando não digo
a sem razão do meu corpo
em precipício
e sobro da vida
impunemente
quando a manhã que me cabe
anoitece de repente.
quando me permito
ser menor que os metros
dos meus sentidos
e sobro no tempo
em que não divirjo
das facilidades das rosas
das dificuldades do umbigo
traio a mim
quando não digo
a sem razão do meu corpo
em precipício
e sobro da vida
impunemente
quando a manhã que me cabe
anoitece de repente.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Imponente irradiar longínquo
De cada comovente adeus
Tendo eu por singular
O instante
Ouço a Tua voz
Simples realidade diáfana
Num imponente irra…
de Oliveira Melo
Imponente irradiar longínquo
De cada comovente adeus
Tendo eu por singular
O instante
Ouço a Tua voz
Simples realidade diáfana
Num imponente irra…
de Oliveira Melo
Esther
Vou me prostar perante a ti oh. imaculada Esther ... por suas virtudes e coragem perante as adversidades que teu povo passou. E com a cor…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Ouça-me
Ouça-me meu grande amor onde habita nossas letras , que outrora foi nosso passado de vida e agora é nossa eterna flor. Não posso estar en…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*