Da comunitária conjunção das horas

Que o manto da paz nos cubra
pelas curvas do pensamento
e que os verbos se amontoem
no alvoroço dos tempos.
 
Como uma nave desgarrada
ressurja a coletiva vontade
de construir como pasto
a cara da liberdade
 
e que sejamos comuns
nos campos e nas cidades.
92 Visualizações
Partilhar

Comentários (0)

Iniciar sessão para publicar um comentário.

Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.