LANÇA DE MORTE
Lança da morte, punhal ferido
De espinhos numa flor, sem medo
Sem temor, amor que abraça-me
Que foge comigo, devassa-me os sentidos
Entranha-se na pele, como um grito colorido
Voz rouca de um eco que acompanha-me
Esquizofrênicos sentidos de lembranças
Feitos de vozes, gritos, gemidos, suspiros
Que iluminam de esperança as lágrimas caídas
De uma quimera fora do tempo esquecido
Vivido de dor, fogo interno neste Inverno antigo
De espinhos numa flor, sem medo
Sem temor, amor que abraça-me
Que foge comigo, devassa-me os sentidos
Entranha-se na pele, como um grito colorido
Voz rouca de um eco que acompanha-me
Esquizofrênicos sentidos de lembranças
Feitos de vozes, gritos, gemidos, suspiros
Que iluminam de esperança as lágrimas caídas
De uma quimera fora do tempo esquecido
Vivido de dor, fogo interno neste Inverno antigo
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2020-09-05
Lindo e profundo nobre poetisa Parabéns
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