Epifania indigesta
Entrarás com teus irmãos pela via faringiana
Seguirás os mesmos caminhos por sobre a
[epiglote humana
Descerás o esôfago assim como os demais
Em cavidade comum sofrerão as ações dos
[ácidos estomacais
No intestino tomarão o mesmo trato biliar
Mas ficarás, e sentirás saudades
Daqueles que cruzaram as finas vilosidades
Verás teus irmãos seguirem a via mielóide
Mas descerás junto às trolhas que cruzam o sigmoide
Em descida aguda encontrarás sua última barreira
E, como num ataque epifânico,
Notarás que tu não passas de sujeira.
Seguirás os mesmos caminhos por sobre a
[epiglote humana
Descerás o esôfago assim como os demais
Em cavidade comum sofrerão as ações dos
[ácidos estomacais
No intestino tomarão o mesmo trato biliar
Mas ficarás, e sentirás saudades
Daqueles que cruzaram as finas vilosidades
Verás teus irmãos seguirem a via mielóide
Mas descerás junto às trolhas que cruzam o sigmoide
Em descida aguda encontrarás sua última barreira
E, como num ataque epifânico,
Notarás que tu não passas de sujeira.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
O Consolo parte II
O Consolo de uma vida depende de seu bom coração e da formosura -querendo por demais seus encantos nelas ficarem - permanentes sempre …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*