MÃOS DADAS
Andamos de mãos dadas, apaixonados
Como farelos lançados ao vento
Ouve-se o nosso silêncio que carregamos pelas mãos
Perfumadas e tatuadas no nosso corpo, na nossa pele
Esquecermos o amor que nos une
É impossível de conseguir-se
A distância pode separar os nossos corpos
Mas não separa as nossas lembranças
A paixão louca que sentimos um pelo outro
A saudade fala sempre mais alto, do que mil gritos de dor
Não acordes o silêncio, que murmura a nosso favor, amor.
Como farelos lançados ao vento
Ouve-se o nosso silêncio que carregamos pelas mãos
Perfumadas e tatuadas no nosso corpo, na nossa pele
Esquecermos o amor que nos une
É impossível de conseguir-se
A distância pode separar os nossos corpos
Mas não separa as nossas lembranças
A paixão louca que sentimos um pelo outro
A saudade fala sempre mais alto, do que mil gritos de dor
Não acordes o silêncio, que murmura a nosso favor, amor.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Palavras escritas.
Tudo que escrevo se torna em vão - não há resposta das palavras escritas : com muito amor e muita alegria - satisfação. Tudo que penso …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Maculável Mulher.
Por onde tu andares , lá estarei junto ... pois sempre que precisares de minha presença - com minhas mãos estendidas te recuperarei. Se…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Haicais sentido
Haicais sentido
Jorge E. Leal
Finjo no verão,
Não ver outras estações,
E curto as nuances. …
Julian Lael
Conluios
conluios maquetas inventários nada a limpo em momento algum ó, ninguém soube dizer como o velho barco ficara na praia por décadas, e de …
Darlan de Matos Cunha