Poema capitalista
01010001 01110101 01101001 01110011 00100000 01100101 01110011 01100011 01110010 01100101 01110110 01100101 01110010 00100000 01110101 01101101 00100000 01110000 01101111 01100101 01101101 01100001 00001010 01010001 01110101 01100101 00100000 01110100 01101111 01100011 01100001 01110011 01110011 01100101 00100000 01100001 01110011 00100000 01101101 11100001 01110001 01110101 01101001 01101110 01100001 01110011 00001010 01010001 01110101 01100101 00100000 01110011 01100101 01110010 01110110 01100101 01101101 00100000 01100001 01101111 00100000 01100011 01100001 01110000 01101001 01110100 01100001 01101100 01101001 01110011 01101101 01101111
Outros poemas de participantes
Coruja Doce ê..
Julian Lael
Porque inteligência é tão braba, Não há como fugir dela pinguim; E age na surdina, logo acaba, Com o intelecto do mai…
Julian Lael
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*