Recordações
De repente me vejo olhando,
Na parede do meu quarto.
Momentos que ficaram distantes,
E estão presos no passado.
Meus filhos ainda pequenos,
Minha mulher alegre sorrindo.
Em um daqueles parques antigos,
Que agente ia aos domingos.
A roda gigante do tempo,
Trazendo recordações.
Dos gritos de medo e alegria,
Disparando os corações.
O primeiro diploma na mão,
Os colegas alegres sorrindo.
A professora elegante,
Em um vestido tão lindo.
Me levanto e vou pra sala,
Caminhando com fadiga.
Na parede uma foto,
Da família reunida.
Olhando pela janela,
Vejo um sol lindo e brilhante.
Para ele não existe passado,
Presente futuro ou instante.
Minha vida vai passando,
Um filme na tela do tempo.
Com um enredo que termina,
Levado pelas asas do vento.
Volto ao quarto novamente,
As lágrimas molham meu rosto.
A solidão companheira,
Eu abraço com desgosto.
Agora já não olho a parede,
Os olhos ficaram cansados.
E no meu quarto sozinho,
Choro recordando o passado.
Na parede do meu quarto.
Momentos que ficaram distantes,
E estão presos no passado.
Meus filhos ainda pequenos,
Minha mulher alegre sorrindo.
Em um daqueles parques antigos,
Que agente ia aos domingos.
A roda gigante do tempo,
Trazendo recordações.
Dos gritos de medo e alegria,
Disparando os corações.
O primeiro diploma na mão,
Os colegas alegres sorrindo.
A professora elegante,
Em um vestido tão lindo.
Me levanto e vou pra sala,
Caminhando com fadiga.
Na parede uma foto,
Da família reunida.
Olhando pela janela,
Vejo um sol lindo e brilhante.
Para ele não existe passado,
Presente futuro ou instante.
Minha vida vai passando,
Um filme na tela do tempo.
Com um enredo que termina,
Levado pelas asas do vento.
Volto ao quarto novamente,
As lágrimas molham meu rosto.
A solidão companheira,
Eu abraço com desgosto.
Agora já não olho a parede,
Os olhos ficaram cansados.
E no meu quarto sozinho,
Choro recordando o passado.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
O Consolo parte II
O Consolo de uma vida depende de seu bom coração e da formosura -querendo por demais seus encantos nelas ficarem - permanentes sempre …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*