Clandestinidade
Ao redor da mesa
as palavras tombam
como virus razoáveis
que se querem tantos
lavram o juízo
numa certeza tanta
que criam engenhos fartos
nos meandros da garganta
fustigam a consciência
numa imensidão disforme
e jogam-se pela alma
numa exata forma
o segredo inunda
um verbo intransponível
que aconchega o discurso
a todos os possíveis
e a revolução
como um adstringente
coloca o coração do povo
no peito da gente.
as palavras tombam
como virus razoáveis
que se querem tantos
lavram o juízo
numa certeza tanta
que criam engenhos fartos
nos meandros da garganta
fustigam a consciência
numa imensidão disforme
e jogam-se pela alma
numa exata forma
o segredo inunda
um verbo intransponível
que aconchega o discurso
a todos os possíveis
e a revolução
como um adstringente
coloca o coração do povo
no peito da gente.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Primeiro Amor ... Primeiro Desencanto !
Afeição tão doce e mansa parecia
Nas respostas das palavras que dizia,
Não parecia um carinho duvidoso
Q…
Armando A. C. Garcia
É amando que se é amado.
Para quem nunca teve uma namorada fica muito difícil falar de amor - Ouvi falar muito que é dando que se recebe... é abraçando que se rec…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Revendo o que nunca antes
Se é de mágoa o que se cala sem régua o que ala que se faça entrave ao que molhe o deserto da língua com o suor do espanto
Darlan de Matos Cunha
Imponente irradiar longínquo
De cada comovente adeus
Tendo eu por singular
O instante
Ouço a Tua voz
Simples realidade diáfana
Num imponente irra…
de Oliveira Melo