Saudade que queima tãomente em mim!
" Como anjos molestados por demônios", gestos, ações e cenas de "tudo o que poderia ter sido e que não foi" morrem na escuridão do meu peito falho e paralítico!
Tantos e aos montos e por tantos que sinto cinzas bandeirianas queimarem em mim também,
A fúria dos espações vazios quando quiseram nutrirem-se de matéria e tempo e não poderam,
As explosões das distâncias que gritam proximidades pelos menores passos que não acontecera,
A dor da saudade do que quer que fosse quando vai caindo, alto e fundo, sobre os corações pobres ou frios
E um louco e milagroso desejo de explodir-me em luz! e cair, fiozinho de nada, como uma pena , na mão do Amor e dar-me a que quem quer que seja!
Quero GRITAR FORA! do meu peito "tudo o que não foi"
"!' destroçar e surdar de abraços gritados todas as distâncias que ainda mortas moram em mim e separam-me,
Balançar a corda da vida até quebrar as columas do tempo e pousar nele tempormente esse " o que poderia ter sido"!
Ah... até quando essas cinzas queimarão bandeirianamente mim, meu Deus!
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