Da liberdade em ritmo estrito
A liberdade
nunca basta
para medi-la
é preciso a prática
e um tempo de tanto
que lhe invada.
A liberdade
não medra à meias
como roçado
antes é planta avessa
a qualquer arado
é coisa tanta de gente
e se contém aos saltos
A liberdade
nunca basta
não há metros de si
pelas calçadas
a liberdade é sempre
inominada
A liberdade
não se mata
sempre lhe sobram léguas
em cada alma.
nunca basta
para medi-la
é preciso a prática
e um tempo de tanto
que lhe invada.
A liberdade
não medra à meias
como roçado
antes é planta avessa
a qualquer arado
é coisa tanta de gente
e se contém aos saltos
A liberdade
nunca basta
não há metros de si
pelas calçadas
a liberdade é sempre
inominada
A liberdade
não se mata
sempre lhe sobram léguas
em cada alma.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Juras de União entre dois corações.
Outros dias e outras noites se passam e não consigo te ver - tenho toda calmaria do mundo em meu coração - pois o desprezo é o maior mal …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
não antes, depois
Não antes, depois do fim de tudo, depois de todos os inícios, iremos sem irmos de todo, devagar é que se vai longe, muita calma nessa hor…
Darlan de Matos Cunha
Tajy
Os olhos e o coração
florescem, tal qual
tajy no Rio Paraguai,
sob o céu austral,
Sempre que percebo
os teus bonitos sinai…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
histórias
Tu não sabes o que deves saber, mas já te conto algo a respeito. As histórias não terminam, e sim que mudam táticas, mudam de lugar trama…
Darlan de Matos Cunha