Da luta e seus enredos
Não me submeto
aos limites
do meu medo
a ação
é a exata proporção
do que eu devo
morrer é apenas um desfavor
na vida em que me escrevo
aos limites
do meu medo
a ação
é a exata proporção
do que eu devo
morrer é apenas um desfavor
na vida em que me escrevo
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
God's children ben vindo
God's children Ben vindo To a beautiful day Let's not waste that day By sleep in If we sleep in we will Not sleep at might So we must enj…
Aldo gabbay kraas
Primeiro Amor ... Primeiro Desencanto !
Afeição tão doce e mansa parecia
Nas respostas das palavras que dizia,
Não parecia um carinho duvidoso
Q…
Armando A. C. Garcia
É amando que se é amado.
Para quem nunca teve uma namorada fica muito difícil falar de amor - Ouvi falar muito que é dando que se recebe... é abraçando que se rec…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Revendo o que nunca antes
Se é de mágoa o que se cala sem régua o que ala que se faça entrave ao que molhe o deserto da língua com o suor do espanto
Darlan de Matos Cunha