Das necessidades e dos mercados
a necessidade
é sempre humana
nada do que contrário
lhe reclama
a necessidade
não se insere
num mercado fluido
e adrede
a necessidade
não cogita
de locupletar-se com bits
dúvidas e dívidas
a necessidade
não habita o mercado
tirante os que preenche
nos humanos dividendos
onde tudo que se soma
é um senão a menos
a necessidade
não se atira nos produtos
como uma garça retirante
o vôo que prescreve
é sempre humano
e um riso é mais rentável
que o fato econômico
a necessidade
não está estampada
nos neons coloridos
das madrugadas
ela se estampa no homem
grávida de tudo
na paz que se constrói
pelos mercados do mundo
a necessidade
destrói o mercado
tão completamente
quanto constrói a vida
nos mercados da gente
é sempre humana
nada do que contrário
lhe reclama
a necessidade
não se insere
num mercado fluido
e adrede
a necessidade
não cogita
de locupletar-se com bits
dúvidas e dívidas
a necessidade
não habita o mercado
tirante os que preenche
nos humanos dividendos
onde tudo que se soma
é um senão a menos
a necessidade
não se atira nos produtos
como uma garça retirante
o vôo que prescreve
é sempre humano
e um riso é mais rentável
que o fato econômico
a necessidade
não está estampada
nos neons coloridos
das madrugadas
ela se estampa no homem
grávida de tudo
na paz que se constrói
pelos mercados do mundo
a necessidade
destrói o mercado
tão completamente
quanto constrói a vida
nos mercados da gente
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
God's children ben vindo
God's children Ben vindo To a beautiful day Let's not waste that day By sleep in If we sleep in we will Not sleep at might So we must enj…
Aldo gabbay kraas
Primeiro Amor ... Primeiro Desencanto !
Afeição tão doce e mansa parecia
Nas respostas das palavras que dizia,
Não parecia um carinho duvidoso
Q…
Armando A. C. Garcia
É amando que se é amado.
Para quem nunca teve uma namorada fica muito difícil falar de amor - Ouvi falar muito que é dando que se recebe... é abraçando que se rec…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Revendo o que nunca antes
Se é de mágoa o que se cala sem régua o que ala que se faça entrave ao que molhe o deserto da língua com o suor do espanto
Darlan de Matos Cunha