Natureza
A natureza sem voz,
Fala com sabedoria.
Querendo ensinar o homem,
A viver em harmonia.
Lá todos os seus habitantes,
Estão sempre em alerta.
Com medo do ser humano,
Que destrói suas florestas.
Enquanto o homem não chega,
As árvores dão frutos e sombra.
O sol brilhando de dia,
A noite a lua surge redonda.
Os rios não mudam seu curso,
Pois tem um destino a chegar.
Levando suas aguas tão doce,
Para as do mar abraçar.
Não precisam de dinheiro,
Para comprar o alimento.
Pois o nosso criador,
Lhes prepara o sustento.
O vento trabalha invisível,
Movendo as nuvens no céu.
Trovões e relâmpagos avisam,
Que a chuva vem como um véu.
Para molhar a terra mãe,
Que tudo nos da sem cobrar.
E mesmo quando a ferimos,
Não deixa de nos amar.
E com os seus braços abertos,
Está sempre a esperar.
Porque quem da terra veio,
Para ela voltará.
Fala com sabedoria.
Querendo ensinar o homem,
A viver em harmonia.
Lá todos os seus habitantes,
Estão sempre em alerta.
Com medo do ser humano,
Que destrói suas florestas.
Enquanto o homem não chega,
As árvores dão frutos e sombra.
O sol brilhando de dia,
A noite a lua surge redonda.
Os rios não mudam seu curso,
Pois tem um destino a chegar.
Levando suas aguas tão doce,
Para as do mar abraçar.
Não precisam de dinheiro,
Para comprar o alimento.
Pois o nosso criador,
Lhes prepara o sustento.
O vento trabalha invisível,
Movendo as nuvens no céu.
Trovões e relâmpagos avisam,
Que a chuva vem como um véu.
Para molhar a terra mãe,
Que tudo nos da sem cobrar.
E mesmo quando a ferimos,
Não deixa de nos amar.
E com os seus braços abertos,
Está sempre a esperar.
Porque quem da terra veio,
Para ela voltará.
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