OLHOS DA ALMA
Fitaste-me com os olhos da alma
Para que eu compreendesse
O quanto é vã a existência
Que eu aprendesse...
A ler no diário dos sonhos
A seiva da prece!
Sorriste-me com os lábios divinos
Para que eu entendesse
O quanto é fugaz os prazeres
Que eu renascesse...
Nas luzes, no outono da vida,
Que eu nunca morresse!
Beijaste-me com os lábios e a alma
Em soturna aflição...
A despir teu espírito em véus
De contemplação...
Transformando em taça de amargura
O meu coração!
Abraçaste-me com laços que prendem
As ondas do mar...
Na carícia dessas mãos delicadas,
Quando vens me tocar...
Tu me vês, me sorris e me beijas nos sonhos,
Se desejo te amar!
Para que eu compreendesse
O quanto é vã a existência
Que eu aprendesse...
A ler no diário dos sonhos
A seiva da prece!
Sorriste-me com os lábios divinos
Para que eu entendesse
O quanto é fugaz os prazeres
Que eu renascesse...
Nas luzes, no outono da vida,
Que eu nunca morresse!
Beijaste-me com os lábios e a alma
Em soturna aflição...
A despir teu espírito em véus
De contemplação...
Transformando em taça de amargura
O meu coração!
Abraçaste-me com laços que prendem
As ondas do mar...
Na carícia dessas mãos delicadas,
Quando vens me tocar...
Tu me vês, me sorris e me beijas nos sonhos,
Se desejo te amar!
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