Da janela deste meu outono


Meu amor
nas janelas deste meu outono,
batem gotas de chuva,
que caem dos meus olhos,
Chovem desejos no meu desespero,
e as folhas secas das nossas carícias,
cobrem no chão, do caminho que seguistes.
Perdi-te...já não sei nada de ti.
Sei apenas que perdi
Se ao princípio as manhãs acordavam quase iguais,
hoje sem ti elas são banais,
Pouco a pouco o silêncio,
abusava cada vez mais de mim,
Hoje estou só, tenho medo,
E neste poema de outono,
nestas simples letras que eu te escrevi,
quero contar-te o meu maior segredo.
- Já não sei mais viver sem ti...

Luzern, 01.09.20216, Joao Neves
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