dos barcos de mim
Dos mares que velejo impunemente
perdido assim em teu abraço
tolerarei as ondas que não meça
dividirei os tempos assim farto
e de nada-los assim sem medo
talvez consiga em teu encalço
restar infinito em teus segredos
na complacência exata dos teus braços
perdido assim em teu abraço
tolerarei as ondas que não meça
dividirei os tempos assim farto
e de nada-los assim sem medo
talvez consiga em teu encalço
restar infinito em teus segredos
na complacência exata dos teus braços
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