dos barcos de mim
Dos mares que velejo impunemente
perdido assim em teu abraço
tolerarei as ondas que não meça
dividirei os tempos assim farto
e de nada-los assim sem medo
talvez consiga em teu encalço
restar infinito em teus segredos
na complacência exata dos teus braços
perdido assim em teu abraço
tolerarei as ondas que não meça
dividirei os tempos assim farto
e de nada-los assim sem medo
talvez consiga em teu encalço
restar infinito em teus segredos
na complacência exata dos teus braços
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Brasil - 17/06/2011
Os encantos desta terra Que foi chamada Brasil, Estão nos rios e na serra No céu azul, cor de anil. Nas cavernas e nas grutas …
Armando A. C. Garcia
Anestezia.
Olhe... se você olhar para mim neste instante - verás a verdade em meus olhos - Pois de minha boca sairá somente - uma verdadeira pal…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Brasil ! restou a esperança ...
A esperança foi o que nos restou Da malfadada caixa de Pandora. - O dinheiro, o PT o espalhou Por outros países afora. Sem retor…
Armando A. C. Garcia
Obra N.° 13: Poema Gótico
A detalhes mórbidos avisarei
Que este já não é mais nosso mundo
Em mim já não há mais cor,
Em você só restou trevas.
…
Vilar Romancista