JOIA SEM APREÇO
Depois daquilo tudo
Mal consigo olhar em teu rosto
Depois de tantos absurdos
O que se assenhoreia de mim é desgosto
Feridas mal curadas
De um passado não resolvido
Memórias relembradas
Que do coração não há despido
Qual a minha culpa nisso tudo
Para suportar tanta estupidez?
Não fui eu quem transtornou seu mundo
Entrar nele foi tremenda insensatez
Escondeste-me amarguras profundas
E as descarrega em mim inocente
Não mereço tuas crises iracundas
Muito menos esperar que eu fique doente.
Mal consigo olhar em teu rosto
Depois de tantos absurdos
O que se assenhoreia de mim é desgosto
Feridas mal curadas
De um passado não resolvido
Memórias relembradas
Que do coração não há despido
Qual a minha culpa nisso tudo
Para suportar tanta estupidez?
Não fui eu quem transtornou seu mundo
Entrar nele foi tremenda insensatez
Escondeste-me amarguras profundas
E as descarrega em mim inocente
Não mereço tuas crises iracundas
Muito menos esperar que eu fique doente.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Shofar
Abençoe Adonai a força de um leão gigante - perante o nosso coração - que brilhe sua imensa luz na paz e na guerra. Protegei-nos por nos…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
cores
tarde em cores frias boca triste avermelhada pingo azul mão molhada sala com luz amarela
manhã quente céu laranja …
feudido
delírio encapsulado
presa estou pela manhã a recolher as lágrimas livre sou à noite ao te recolher em minha cápsula quando me transbordar, a tez partida será…
Kátia Surreal
Dissonantes, se confundem - 09/09/2026
Será que a alegria é irmã da tristeza
Dissonantes, separadas se confundem,
A alegria é a exultação do bem estar
…
Armando A. C. Garcia