VEJO NO TEU OLHAR...
Pelos cravos e hortênsias
Pelas borboletas a voar
Pelo som na melodia
Pelo vento a bocejar
Pela dor do sofrimento
Que vejo no teu olhar!
Pelas violetas e jasmins
Pelo vale a caminhar
Pelos pingos de chuva
Na janela a gotejar
Pelo sorriso e encanto
Que vejo no teu olhar!
Pelas estrelas desse céu
De brilho farto, ó luar!
Pelas plantas trepadeiras
No meu jardim a trançar
Pela vertente caindo.
Que vejo no teu olhar!
Pelos rios e cachoeiras
Que descem a escorregar
Pelo cofre de segredos
Que guardo para te dar
Pelo sentimento oculto
Que vejo no teu olhar!
Pela brisa perfumada
Pela noite a serenar
Pelas grutas estreitas
Que não me deixam passar
Pela certeza de tudo
Que vejo no teu olhar!
Por tudo isso que fomos
Por tudo que vou calar
Eu juro que minh’alma
A tua irá se juntar...
Trago comigo a saudade
Que vejo no teu olhar!
Peço não se aborreçam
Com tantas rimas – ar –
Ouçam os meus lamentos
No coração soluçar...
Peço pela piedade
Que vejo no teu olhar!
Pelas borboletas a voar
Pelo som na melodia
Pelo vento a bocejar
Pela dor do sofrimento
Que vejo no teu olhar!
Pelas violetas e jasmins
Pelo vale a caminhar
Pelos pingos de chuva
Na janela a gotejar
Pelo sorriso e encanto
Que vejo no teu olhar!
Pelas estrelas desse céu
De brilho farto, ó luar!
Pelas plantas trepadeiras
No meu jardim a trançar
Pela vertente caindo.
Que vejo no teu olhar!
Pelos rios e cachoeiras
Que descem a escorregar
Pelo cofre de segredos
Que guardo para te dar
Pelo sentimento oculto
Que vejo no teu olhar!
Pela brisa perfumada
Pela noite a serenar
Pelas grutas estreitas
Que não me deixam passar
Pela certeza de tudo
Que vejo no teu olhar!
Por tudo isso que fomos
Por tudo que vou calar
Eu juro que minh’alma
A tua irá se juntar...
Trago comigo a saudade
Que vejo no teu olhar!
Peço não se aborreçam
Com tantas rimas – ar –
Ouçam os meus lamentos
No coração soluçar...
Peço pela piedade
Que vejo no teu olhar!
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