Do saber: Esquecimento e Alegria
Declaro minha admiração
Aquele que sabe e fica sabendo.
Pois eu sei que não sei,
e muito menos me encontraria
em um lugar de ficar sabendo.
Efêmero, plástico, momentâneo.
Caríssimo é todo saber.
À ventura do momento,
é o que segue meus sentidos,
a força que tensiona-me
é o claudicar do meu coração.
Embriagado nesta possibilidade da vida
de ser-com tudo que há;
num encontro ímpar com meus sentidos,
envolvido no mundo da vida
convalesço à condição
de saber e não saber,
de saber que não sei,
de me encontrar e me perder.
Pois sou uma passagem
e acima dessa passagem
se encontra escrito
Instante!
E em si possibilidade de ser,
sempre outra vez.
Pois que em tudo,
e inclusive no nada
se vê Alegria!
Aquele que sabe e fica sabendo.
Pois eu sei que não sei,
e muito menos me encontraria
em um lugar de ficar sabendo.
Efêmero, plástico, momentâneo.
Caríssimo é todo saber.
À ventura do momento,
é o que segue meus sentidos,
a força que tensiona-me
é o claudicar do meu coração.
Embriagado nesta possibilidade da vida
de ser-com tudo que há;
num encontro ímpar com meus sentidos,
envolvido no mundo da vida
convalesço à condição
de saber e não saber,
de saber que não sei,
de me encontrar e me perder.
Pois sou uma passagem
e acima dessa passagem
se encontra escrito
Instante!
E em si possibilidade de ser,
sempre outra vez.
Pois que em tudo,
e inclusive no nada
se vê Alegria!
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Coruja Doce ê..
Julian Lael
Porque inteligência é tão braba, Não há como fugir dela pinguim; E age na surdina, logo acaba, Com o intelecto do mai…
Julian Lael
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*