Eu carrego o peso de ter que ser foda e isso é uma experiência muito diferente.
Abismo-me com as minhas irresponsabilidades, afogo-me com os meus próprios erros,
mas eu sei que um futuro afrocentrado esta por vir, por isso, eu não me impeço,
eu não me meço,
eu me arremesso,
eu converso, eu recomeço,
recomeço, recomeço.
Que voltemos atrás para entender que por mais que doa, o sentido da vida é para frente sempre. Espero que você, viva, sobreviva, que sobrevivamos ao máximo possível, que espalhemos um diálogo maduro, libertador, voltado as africanidades.
Que nós nos libertemos cada vez pela educação, pelo diálogo, e claro, como bom organicistas, pelo amor.
Escritas do dia 05.10.2020,
1° encontro do pensado Coletivo Negro Vale do Aço.
As escritas, feitas ao som de 'Liberdade' - Alisso.
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