Poema de madrugada insólita e pátria solta
é de saber-se
que a tarde é morta
no dia que a noite
traz à sua volta
noturno parecer
que trai a tarde
e estupra os céus de minha pátria
como a borboleta negra dos teus olhos
é de se saber
que o dia é vindo
quando a noite monta em madrugadas
nos corcéis infindos dessa pátria
castiça luz
que nem se sabe
amolgando os homens
que em vivos nascem
e morrem em cedos
quase em tarde
que a tarde é morta
no dia que a noite
traz à sua volta
noturno parecer
que trai a tarde
e estupra os céus de minha pátria
como a borboleta negra dos teus olhos
é de se saber
que o dia é vindo
quando a noite monta em madrugadas
nos corcéis infindos dessa pátria
castiça luz
que nem se sabe
amolgando os homens
que em vivos nascem
e morrem em cedos
quase em tarde
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Mudança de rumo.
Ser triunfante na vida , não significa sempre vencer... é também saber perder. É saber mudar de direção na hora certa... é abraçar uma ca…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Bodas de prata.
Minhas palavras são sinceras extremamente verdadeiras , quando digito aqui ... neste pequenino espaço o grande amor que sinto por ti , m…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Primeira namorada.
Mal posso esperar por você nesta madrugada... onde impera toda minha ansiedade - declarar que te amo , mesmo estando zangada. Pois para m…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Liberdades e opioides
As chaves rodam soturnas, esperançosas de um voltar tardio Lá fora, o fumo passa ao dedo, em rodas, onde querem ver e ser vistos Circulam…
Rafael Gonçalves