Escrevo sobre algo que não sei.
Não sei se meu intelecto,já escassso.
Voltou a esvair-se continuamente.
Ou se meu espírito nada mais sente.
Há algo que me atiça,e este poema faço.
Algo que não sei,mas isso não importa.
Se minha mente não puder me conceber
Alguma poesia,escrevo sobre não saber.
Triste desta poesia que me conforta!
Estes versos que anseiam por sentido.
Esta poesia,a quem tenho ofendido.
Martelam fervorosamente a minha cabeça.
Quando escrevo,me falta desejo.
Mas quando eu quero,nunca vejo.
Uma única poesia que me obedeça!
Voltou a esvair-se continuamente.
Ou se meu espírito nada mais sente.
Há algo que me atiça,e este poema faço.
Algo que não sei,mas isso não importa.
Se minha mente não puder me conceber
Alguma poesia,escrevo sobre não saber.
Triste desta poesia que me conforta!
Estes versos que anseiam por sentido.
Esta poesia,a quem tenho ofendido.
Martelam fervorosamente a minha cabeça.
Quando escrevo,me falta desejo.
Mas quando eu quero,nunca vejo.
Uma única poesia que me obedeça!
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