E nas longas noites
E nas longas noites, sobrava-lhe o tempo.
Para refletir, discernir, reviver, repensar e arrepender-se, talvez.
A vida passava impávida, célere e imutável.
O amanhã viria.
O amanhã viria.
Os raios de sol adentrariam pelas frestas da janela, e o espelho refletiria sua face.
Era certo.
No lençol liso, no travesseiro intocado, as marcas da solidão eram inexoráveis.
Cumpria-se o destino ou apenas desafiava-se o futuro?
Não existe decisão acertada quando o coração está corroído pela dor, ou inflado pelo amor.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Pedaços de ilusões ! - 09/09/2026
Pedaços de ilusões ! - 09/09/2026
Sinto pedaços de ilusões
Adejando em minha mente,
São vel…
Armando A. C. Garcia
zumbilésbia
ela foge e a cidade está tomada o camarada surge em sua mente qual mestre dos magos orientando-lhe na fuga que a situação é de luta todos…
Kátia Surreal
If I didn't had your love
If I didn't had your love My Father I would not be able to live Without your love Please Father give me Some love Because I know that You…
Aldo gabbay kraas
as músicas que escolho
posto poucas não há segredos só pretextos uma falsa trilha sonora regendo o percurso do dia hoje então me descubro quase um segundo quem…
Kátia Surreal