De novo sob o Sol
Não há nada de novo sob o sol
Tudo acontece quando há luar
A vida percorre o mesmo caminho
O que, pra sempre, há de trilhar
Ó grande Deus, que dos céus está a observar
Dê alento a essa pobre alma, pobre homem
Por que incertezas, dúvidas que consomem?
Por que há tanto, tantas coisas a desejar?
Desde criança, o desconforto é sentimento frequente
Lhe clamava, certo de que ouvira minhas preces
Mas, surdo, não lhe escuto, a solidão cresce
Me invade, sem permissão, um embate iminente
Nada se cria, nada se perde, tudo se transforma?
Por que me transformo, a fim de me perder?
Transforma-me, de novo, me dê uma boa forma
Por que não escuto vossa resposta? Quero crer!
Creio, mas ainda não escuto, ânsia minha
Por que andas tão escondido dos meus sentidos?
Busco...
Procuro...
Penso...
Caminho diariamente, escuto a voz da rainha
Olhai as flores, maltratadas por nossos queridos
Não há lugar melhor, que flores no jardim
Não há vaso ou ornamento que valha vossa morte
Sim, deves habitar entre todos, até o fim
Sim, deves carregá-los, dê a eles o bom suporte
Mas como?
Escuto, enfim, os meus caminhos hei de mudar
A minha esperança se renova sob a luz do sol
Nada acontece nos momentos em que há luar
Com relutância, as minhas vontades hei de dobrar.
Tudo acontece quando há luar
A vida percorre o mesmo caminho
O que, pra sempre, há de trilhar
Ó grande Deus, que dos céus está a observar
Dê alento a essa pobre alma, pobre homem
Por que incertezas, dúvidas que consomem?
Por que há tanto, tantas coisas a desejar?
Desde criança, o desconforto é sentimento frequente
Lhe clamava, certo de que ouvira minhas preces
Mas, surdo, não lhe escuto, a solidão cresce
Me invade, sem permissão, um embate iminente
Nada se cria, nada se perde, tudo se transforma?
Por que me transformo, a fim de me perder?
Transforma-me, de novo, me dê uma boa forma
Por que não escuto vossa resposta? Quero crer!
Creio, mas ainda não escuto, ânsia minha
Por que andas tão escondido dos meus sentidos?
Busco...
Procuro...
Penso...
Caminho diariamente, escuto a voz da rainha
Olhai as flores, maltratadas por nossos queridos
Não há lugar melhor, que flores no jardim
Não há vaso ou ornamento que valha vossa morte
Sim, deves habitar entre todos, até o fim
Sim, deves carregá-los, dê a eles o bom suporte
Mas como?
Escuto, enfim, os meus caminhos hei de mudar
A minha esperança se renova sob a luz do sol
Nada acontece nos momentos em que há luar
Com relutância, as minhas vontades hei de dobrar.
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