[III]
Eu erro, para aprender
Eu escrevo, para dormir
Eu medito para não me perder
Eu me perco para sumir
Eu atravesso meus próprios mares
Eu me satisfaço com minhas ideias
Eu odeio isso de ideologia
Eu sou minha própria primavera
Não cabe a mim, me compreender
Não cabe a você me entender
Não cabe a mim lhe satisfazer
Não, não é você que vai me corromper
Não me procure em grandes palavras
Não me encontre em bons livros
Não me perca em poesias
Não me beba sem concedimento
Não me queira.
Não me ache.
Eu erro, para aprender
Eu escrevo, para dormir
Eu medito para não me perder
Eu me perco para sumir
Eu atravesso meus próprios mares
Eu me satisfaço com minhas ideias
Eu odeio isso de ideologia
Eu sou minha própria primavera
Não cabe a mim, me compreender
Não cabe a você me entender
Não cabe a mim lhe satisfazer
Não, não é você que vai me corromper
Não me procure em grandes palavras
Não me encontre em bons livros
Não me perca em poesias
Não me beba sem concedimento
Não me queira.
Não me ache.
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