MATAR A DOR
Para matar a dor, o sofrimento
Finjo que não a sinto, que não a vejo
Parece um tempo lento e venenoso
Mata-me aos poucos o corpo, a alma
Infinito a cada minuto, suplica e finge
Ruídos da noite, sombras sussurradas
Perdida andava a minha alma, a minha mente
Numa estrada, num caminho, num trilho
Cheia de solidão, dias cinzentos, noites sombrias
Adormecidas, perdidas, esquecidas, feridas, magoadas
Rompi o silêncio que jazia na minha alma, deixei o sol entrar.
Finjo que não a sinto, que não a vejo
Parece um tempo lento e venenoso
Mata-me aos poucos o corpo, a alma
Infinito a cada minuto, suplica e finge
Ruídos da noite, sombras sussurradas
Perdida andava a minha alma, a minha mente
Numa estrada, num caminho, num trilho
Cheia de solidão, dias cinzentos, noites sombrias
Adormecidas, perdidas, esquecidas, feridas, magoadas
Rompi o silêncio que jazia na minha alma, deixei o sol entrar.
Comentários (2)
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2020-10-17
Excelente. Pois à noite todos os gatos são pardos. Bejocas
2020-10-17
lindissimo
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