MUITO ALÉM...
Estou muito além das tempestades
Dos vendavais
Dos terremotos
Do céu e do mar...
Mas, diante daquele pássaro silencioso
Sem asas, para voar bem alto...
Não consigo encontrar dentro
De mim – meu ponto de equilíbrio...
Estou muito além da miséria humana
Da vileza da mente
Da vaidade
Do egoísmo...
Mas, diante daquela flor do campo
Perfumando a inocência d’alma
Não posso alcançar a pureza
Do olhar de um cego – olhar de piedade...
Estou muito além da natureza
Das montanhas
Dos bosques
Da selva...
Mas, diante daquela música suave
Penetrando nos meus ouvidos com doçura
Não é possível deter tamanha harmonia
Ao som melodioso de uma orquestra...
Estou muito além do infinito
Das estrelas
Da lua
Dos astros...
Mas, diante desse teu silêncio
Essa mudez plácida que me fascina
E me sufoca muito além da dor...
Não posso conter a ânsia que me causa
Essa espera – muito além dos meus limites...
Dos vendavais
Dos terremotos
Do céu e do mar...
Mas, diante daquele pássaro silencioso
Sem asas, para voar bem alto...
Não consigo encontrar dentro
De mim – meu ponto de equilíbrio...
Estou muito além da miséria humana
Da vileza da mente
Da vaidade
Do egoísmo...
Mas, diante daquela flor do campo
Perfumando a inocência d’alma
Não posso alcançar a pureza
Do olhar de um cego – olhar de piedade...
Estou muito além da natureza
Das montanhas
Dos bosques
Da selva...
Mas, diante daquela música suave
Penetrando nos meus ouvidos com doçura
Não é possível deter tamanha harmonia
Ao som melodioso de uma orquestra...
Estou muito além do infinito
Das estrelas
Da lua
Dos astros...
Mas, diante desse teu silêncio
Essa mudez plácida que me fascina
E me sufoca muito além da dor...
Não posso conter a ânsia que me causa
Essa espera – muito além dos meus limites...
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