Renascimento
Renascimento
A agua se extinguia
em sua volta.
Um movimento continuo como uma mola que se solta.
Sentia a força que o empurrava e o atraia,
como um redemoinho.
Ouvia vozes, alaridos e gritos que
ele já em um passado remoto conhecia.
Porem tão difícil era abandonar
aquele ninho.
Tão confortável quanto quente e aquele louco torvelinho
anunciava que era chegada a hora.
Mais um pouco a frente em um chão macio.
Era uma dor que se espera
em um dia tão frio.
Um difícil retorno ao encontro da aurora.
Então como um raio,
verteram-se no horizonte luzes como alvas auras
que traziam doces memorias e lembranças
Verteram-se assim
vulneráveis como inocentes crianças
Então como uma brisa
morna e leve que um berço embala;
ouviam-se o cício de lindos sentimentos
Raros e de momentos de incompreensível sentido,
às vezes o próprio tempo,
é a razão que escorre pelo cordão do umbigo.
Mas mesmo assim
era uma luz linda e brilhante vinda de você.
De um amor
que se vislumbra em um instante
e que fez aquele coração
estremecer. .
Alexandre Montalvan
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski