A morada do sol
[XVIII]
Não são os teus olhos que mudaram
A visão amarela do entardecer afetou
A alma da mais pesada pessoa da cidade
Pois a cidade não mudou.
Talvez o sol mereça uma melhor morada
Do que esta, que também é minha casa
Mas não vim para falar de pedras e pessoas
Falo sobre o sentimento.
Aquele que pouco é sentido, sem saber
Mas que afeta, mais que o amarelo entardecer
É a dor de sobreviver
Em uma cidade que não valoriza o ser.
Não são os teus olhos que mudaram
A visão amarela do entardecer afetou
A alma da mais pesada pessoa da cidade
Pois a cidade não mudou.
Talvez o sol mereça uma melhor morada
Do que esta, que também é minha casa
Mas não vim para falar de pedras e pessoas
Falo sobre o sentimento.
Aquele que pouco é sentido, sem saber
Mas que afeta, mais que o amarelo entardecer
É a dor de sobreviver
Em uma cidade que não valoriza o ser.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
O Violino do diabo.
Por favor quando estiver muito acamado , e não ter mais forças para levantar... me ajude ó vida - meu amor. Pois depois de tantas déca…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Joselito.
Aos amores de infância , Joselito meu partner na dança dos salões. Dançamos ao som de valsas - das Folks Music. nos cinemas amores de p…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
as orelhas de obá
queres ser mulher para a te escutar obá quis ser oxum o resultado foi nenhum queres ser mulher para um pouco a te escutar não cortes a o…
Kátia Surreal
medusa
quando garota vi-me no espelho a própria medusa cabelos em ondas tive medo cerrei a boca os olhos a mente tapei as orelhas adormeci no m…
Kátia Surreal