A canção de amor de Policarpo
Devagar e solene e constante, rasas pinceladas
O solo intangível, parca proteína,
Da água suja fiz o sal, o verde, o vermelho
E do alto da montanha cuspi o azul.
Ascendi o carvão, denotei a queda da prata
E disse, flamejante, à quem interessar,
o meu nome é um grito na rua,
Possa andar calmamente pelo estuário.
Faço o Tejo em parca linha
Para que outros tenham a mais-vontade
De contá-lo ao povo em outras linhas
Mais bonitas do que estas.
Misto que sy o, é asy, não:
É o que? Não sei, asy? Asy:
Sept okrok kek kek koáx kururu,
O sapo, a rã a salamandra no ovo.
A partida dos yagaru posto que a naue gaçom:
Hy un tempo forte onde alguüs abá
Snhvam que xe r-apé kukuî;
Asy seguj o curso do ty.
Xe r-akub, asy como essa terra noua.
Na bespera fezemos asab o tyîasy,
Para mor dêpick ityk o capitam
Que ëfim tra tou de nos seguij.
Eis aqui vosso santo nome,
O filho d'êndy está entre nós
Em um grito kyririm chegou até àmana
Efim a guatá q ouuemos
Pyryk, tyryk, sykyîé, asy virã vijr;
Alguűs deles se forã meter a belé
Como aues: katu mba'e moendy.
T-atá os fez oje tambem.
Byr entã emeryto eflluyo
Partij portanto pós a parva preça
A alma aíb apek asé
Devotei-lhes de vontade, enfim,
Servos da verdade, cansados, enfim,
Beijei-os nos lábios, fiz mais que moendy, enfim,
Tratei-os como meus, amei-os, enfim
Deixei-os dauerme lhados e de boõs rostros, enfim,
Cantei-lhes a jnocemçia e fim.
O solo intangível, parca proteína,
Da água suja fiz o sal, o verde, o vermelho
E do alto da montanha cuspi o azul.
Ascendi o carvão, denotei a queda da prata
E disse, flamejante, à quem interessar,
o meu nome é um grito na rua,
Possa andar calmamente pelo estuário.
Faço o Tejo em parca linha
Para que outros tenham a mais-vontade
De contá-lo ao povo em outras linhas
Mais bonitas do que estas.
Misto que sy o, é asy, não:
É o que? Não sei, asy? Asy:
Sept okrok kek kek koáx kururu,
O sapo, a rã a salamandra no ovo.
A partida dos yagaru posto que a naue gaçom:
Hy un tempo forte onde alguüs abá
Snhvam que xe r-apé kukuî;
Asy seguj o curso do ty.
Xe r-akub, asy como essa terra noua.
Na bespera fezemos asab o tyîasy,
Para mor dêpick ityk o capitam
Que ëfim tra tou de nos seguij.
Eis aqui vosso santo nome,
O filho d'êndy está entre nós
Em um grito kyririm chegou até àmana
Efim a guatá q ouuemos
Pyryk, tyryk, sykyîé, asy virã vijr;
Alguűs deles se forã meter a belé
Como aues: katu mba'e moendy.
T-atá os fez oje tambem.
Byr entã emeryto eflluyo
Partij portanto pós a parva preça
A alma aíb apek asé
Devotei-lhes de vontade, enfim,
Servos da verdade, cansados, enfim,
Beijei-os nos lábios, fiz mais que moendy, enfim,
Tratei-os como meus, amei-os, enfim
Deixei-os dauerme lhados e de boõs rostros, enfim,
Cantei-lhes a jnocemçia e fim.
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